sábado, 27 de abril de 2013


Já inúmeras pessoas teorizaram que fazer um amigo é muito mais simples na infância do que na idade adulta. Será que é daquelas coisas que se esquece? Será que quanto mais amadurecemos, passamos a deixar de acreditar na amizade e na bondade das pessoas? Ou será que nós próprios deixamos de saber como ser um bom amigo?
Questões à parte, a amizade está em risco numa época em que estamos mais próximos em termos de distância e contacto. Mas cada vez a solidão toma mais conta das nossas vidas, passamos a existir quanto muito para a nossa família, e o espaço dado aos amigos, conforme vamos envelhecendo, encurta-se. Primeiro porque estamos apaixonados, depois porque estamos casados, e depois porque somos pais. E é nos intervalos que percebemos que durante este processo não soubemos mantermo-nos próximos dos nossos amigos, nem soubemos criar novos laços.
Ter meia dúzia de bons amigos é uma questão de sanidade de mental. É algo que equilibra a nossa vida. E por isso, amanhã devíamos sair pela porta fora e procurar um novo amigo. Um amigo cara a cara, a quem podemos dar um abraço ou uma palmadinha nas costas. Adianta alguma coisa ficarmos em casa com pena de nós próprios e entregarmo-nos à solidão?
Não custa nada dizer “Olá”. É assim que começam todas as histórias.
Baixar os braços e perder a esperança significa desistir. E desistir é igual a desperdiçar a nossa vida e abdicar da felicidade.

Todos nós temos problemas, temos batalhas que enfrentamos. Seja a título individual, enquanto parte de uma família, de um grupo de amigos ou cidadão integrante de um país. E não podemos deixar-nos afetar por tudo o que é negativo. Por palavras destruidoras, por números assustadores e por momentos difíceis. 

Tudo é ultrapassável, mesmo que digam que não. E nunca devemos isolar-nos ou deixar que alguém se isole. As guerras são sempre mais fáceis se estivermos perto de outras pessoas, seja enquanto fonte de apoio, ou alvo.
Entramos num pequeno café com um amigo meu e fizemos o nosso pedido. Enquanto estamos a aproximar-nos da nossa mesa duas pessoas chegam e vão para o balcão:
"Cinco cafés, por favor. Dois deles para nós e três suspensos."
Eles pagaram a sua conta, pegaram em dois e saíram.
Perguntei ao meu amigo :
"O que são esses cafés "suspensos?"
O meu amigo respondeu-me:
"Espera e vais ver."
Algumas pessoas mais entraram. Duas meninas pediram um café cada, pagaram e foram embora. A ordem seguinte foi para sete cafés e foi feita por três advogados - três para eles e quatro "suspensos". Enquanto eu ainda me pergunto qual é o significado dos "suspensos" eles saem. De repente, um homem vestido com roupas gastas que parece um mendigo chega na porta e pede cordialmente:
"Você tem um café suspenso? '
É simples - as pessoas pagam com antecedência um café que servirá para quem não pode pagar uma bebida quente. A tradição com os cafés suspensos começou em Nápoles, mas se espalhou por todo o mundo e em alguns lugares você pode encomendar não só cafés "suspensos" mas também um sandes ou uma refeição inteira.
Não seria maravilhoso ter esses cafés ou lojas de supermercado em todas as cidades onde os menos afortunados possam encontrar esperança e apoio?

sexta-feira, 26 de abril de 2013


Conta-se de um rei bondoso e sábio que se encontrava no final de sua vida. Um dia, pressentindo a chegada da morte, chamou seu único filho, tirou do dedo um anel e deu-lhe dizendo:- Quando fores rei, leve sempre contigo este anel. Nele está uma inscrição. Quando passares por momentos difíceis ou de glórias, retire o anel e leia o que nele está escrito.
O velho sábio rei morreu, e seu filho passou a reinar em seu lugar, sempre usando o anel que seu pai lhe dera. Passado algum tempo, surgiram conflitos com o reino vizinho que culminaram numa grande guerra.
E num momento de grande angústia no aceso das batalhas, vendo mortos e muitos feridos caídos em meio ao rio de sangue, lembrou-se do anel, tirou-o e leu a inscrição: Isto também passará. E continuou a lutar com seu valente exército. Perdeu batalhas, venceu outras tantas, mas, ao final, saiu vitorioso.
Ao retornar para seu reino, entrou coberto dos lauréis da conquista e coroado de glórias, sendo aclamado por todos como o maior dos heróis. Nesse momento, ele se lembrou de seu velho e querido pai. Tirou o anel e novamente leu: Isto também passará.
Como é importante administrar com sabedoria os momentos de dor e os momentos de glória. No furor dos embates da vida é primordial ter a certeza que a nossa tribulação é leve e momentânea, isto é, não dura para sempre.







Essa vida é complicada amigo, pena que não temos um controle remoto mágico para podermos mudar tudo que ocorreu e que está acontecendo conosco, mas vivemos em uma realidade, realidade essa que tenta de todas as formas nos mostrar de que nada é fácil.Há momentos que temos que desabafar e colocar pra fora e o pior é quando não temos ninguém para dar um ombro amigo ou que entenda aquilo que sentimos.Tem vezes que não da pra aguentar, dai temos que botar pra fora tudo que sentimos, porque nossa paciência tem limite.
“É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar os momentos e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver.”Todos nós somos ricos. Ricos de amor, esperança e paz dentro de si. Só temos que saber em como usar essas armas para encontrar a verdadeira .

'' Problemas ''

Problemas que trazem tragédia
e a dor de cabeça...
Problemas que trazem miséria
angústia e fraqueza...
Problemas que nos fazem de escravo
da dor e do sofrimento...
problemas que nos deixam pelado
na atitude e pensamentos...
Problemas que nos ensina a vencer
e como lutar...
Problemas que nos fazem a aprender
como na vida ganhar...
Problemas que não são fáceis de se passar,
quando passa, abre sorriso e muda o jeito de ser,
a dor que com a mãe vai estar,
a dor vai passar .